quinta-feira, 30 de abril de 2009

SUCESSO MINISTERIAL ?



Uma das coisas mais lindas que encontramos nas Escrituras Sagradas é o chamado de Deus na vida do homem para o ministério. Muitos homens foram chamados de várias formas, alguns de maneira direta e outros indiretamente, em momentos diversificados, uns arando, outros pescando ou coletando, e ainda quando estavam vivendo momentos difíceis. Mas o mais interessante é que todos estavam trabalhando, fazendo alguma coisa. Isso demonstra que Deus não chama os desocupados, mas aqueles que estão envolvidos em algum trabalho, em alguma obra.
Em sua Palavra, no livro de Atos, Deus revelou para os apóstolos quais qualificações eram necessárias para o diaconato e então eles foram orientados pelo Espírito Santo. Isso revela como deve ser em nossos dias, ou seja, o líder precisa voltar aos princípios da Escritura, e buscar a Deus em oração, esperando sua resposta, e também analisar se o candidato tem as qualificações contidas na Bíblia.
Infelizmente, o cenário nas igrejas atuais não é exatamente esse. Em muitos lugares as pessoas são separadas para trabalhar no ministério apenas porque tem afinidade com os líderes, ou porque estão há muito tempo nessas igrejas. A igreja não deve ser vista e tratada como uma empresa, embora a parte administrativa precise funcionar assim. Mas não o chamado de Deus às pessoas.
A igreja, como Deus afirma em sua Palavra, é um corpo, pois cada um tem sua função dentro desse organismo vivo. Muitos entendem que crescer no ministério é começar como Diácono e chegar a Pastor, porém o sucesso ministerial não está no fato de ser Diácono, Presbítero ou Pastor, e sim em entender o chamado de Deus. Há aqueles que são chamados para ser diáconos, e fazem isso com excelência, porém ao irem para o presbitério ou pastorado não desempenham com louvor a função, pois estão fora dos planos de Deus. E a igreja ainda fica no prejuízo, pois perdeu um grande diácono.
Os líderes e os obreiros precisam entender isso, e entender qual o chamado de Deus para suas vidas, e devem ficar no centro da vontade de Deus, pois assim exercerão muito bem o que o Senhor colocar em suas mãos.
É claro que existem exceções, porque em momentos de necessidade as pessoas exercem funções para as quais não foram chamadas, apenas por um tempo, para que a obra de Deus continue. Apenas não faça disso a regra.


Autor: Elizeu Lima




3 comentários:

  1. é verdade, porém triste que a questão da afinidade as vezes comrrompe os bons costumes em alguns casos de consagração de obreiro.
    mas, Deus tem o controle de tudo em suas mão e o tempo de prestar contas chegará.
    FICA NA PAZ IRMÃO!

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  2. é, vale uma boa reflexão sobre o assunto!
    A PAZ DO SENHOR IRMÃO ELIZEU.

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